Trem-bala, pré-sal, copa do mundo 2014, olimpíadas 2016.
Estes são apenas alguns dos investimentos que estão por vir no Brasil dos muitos que são necessários para que o tão almejado momento do b dos aclamados BRICs aconteça. E com isso um espaço considerável com um ambiente propício para investimentos é aberto. Aqueles que aproveitarem este momento podem ter retornos sem igual no mundo pós-crise.
Isso pode ser dito tendo em vista o que se passou no ano de 2009 e o que apontam projeções das mais variadas instituições, especialmente um dos mais interessados, o BNDES. Segundo dados deste último, apenas em infra-estrutura, ou mais especificamente em telecomunicações e energia, setores líderes de destino dos investimentos serão desembolsados algo em torno de 160 bilhões de reais no quadriênio 2010-2013. E esses investimentos promoverão crescimento acima da média mundial, provocando até mesmo temores de que um aquecimento dessa magnitude acelere a inflação e o governo tome medidas como aumento de juros.
No entanto, temos que atentar para o que nos mostra a macroeconomia brasileira.
Um confortável colchão de reservas internacionais avaliado em 240 bilhões de dólares, mercado interno em franca expansão com a entrada de novos consumidores em todos os níveis de renda, inflação controlada e com projeções comportadas, redução do desemprego, aumento da arrecadação de impostos, o que pode nos apontar aumento no consumo.
Enfim, são diversos os fatores que mostram que o vento aponta em uma direção favorável ao Brasil.
É certo também que as eleições trazem situação de incerteza para o cenário econômico brasileiro.
Mas, ao se fazer uma análise mais política do cenário, percebemos o fator eleitoreiro de se tomar medidas divergentes das herdadas e continuadas pelo governo Lula.
O que se fez em 16 anos, durante os governos FHC e Lula, promoveu mudanças no comportamento dos brasileiros em relação aos governantes.
Pode-se dizer que caso um dos candidatos insinue que mudará pontos chave da política econômica, é certo que não se elegerá.
Isso nos cria duas situações: a primeira é de previsibilidade para os empresários que buscam investir no país e querem segurança em seus paybacks.
A segunda é a própria formação de uma consciência nos candidatos de que a população percebe que atitudes do presidente eleito ou de seus ministros prejudicam o seu cotidiano e a forma de máxima manifestação é nas urnas.
Com todos esses pontos, o Brasil realmente passa a ser um pólo de atração de investimentos.
E assim, é provável que o empresário pense que basta investir para que o retorno apareça.
Pode ser que aconteçam exceções, devido à intensidade de prosperidade que ocorre. Porém, sempre é aconselhável que se analise a região e que se encontre pessoal especializado para um bom andamento dos investimentos.
Quando a oportunidade encontra a preparação, as possibilidades tornam-se infinitas.



