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	<title>Banein &#187; Colaborador &#8211; Rodrigo Motta</title>
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	<description>Ideias e Investimentos</description>
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		<title>Viral sim!</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 13:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador - Rodrigo Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing viral]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.banein.com/rodrigo-motta/viral-sim/viral-sim/' addthis:title='Viral sim! '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>A manhã desta terça-feira, no New Brand Communication 2010, começou com dois shares com experiências focas em criação, viralização e foco total em mídias sociais. Em meio a espera entre palestras e brincadeiras do “mestre de cerimônia”, o dia me pareceu bastante produtivo e com uma discussão que me atrai: quem faz a viralização de<a href="http://www.banein.com/rodrigo-motta/viral-sim/viral-sim/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.banein.com/rodrigo-motta/viral-sim/viral-sim/' addthis:title='Viral sim! '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2817" title="marketing-viral1" src="http://www.banein.com/wp-content/uploads/marketing-viral1.jpg" alt="" width="300" height="209" /></p>
<p style="text-align: justify;">A manhã desta terça-feira, no New Brand Communication 2010, começou com dois shares com experiências focas em criação, <em>viralização</em> e foco total em mídias sociais.<span id="more-2816"></span> Em meio a espera entre palestras e brincadeiras do “mestre de cerimônia”, o dia me pareceu bastante produtivo e com uma discussão que me atrai: quem faz a viralização de conteúdo na internet? Há regra? Há forma? Fazemos direito no Brasil? As marcas e clientes estão preparados para isso? As agências são criativas a ponto de produzir conteúdos para o usuário? Nossos custos de produção viabilizam esta atividade?</p>
<p style="text-align: justify;">Foi exatamente com foco em dirimir estas dúvidas, que Gustavo Donda (@gdonda), Mentor Neto, Carlos Merigo (do Brainstorm9), Matt Smith (da TVF) e David Eriksson (North Kingdom), discutiram este assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar, resgato os quatro mandamentos do viral apresentados por Matt Smith em seu share. Para ele, uma marca precisa entender o consumidor, respeitar a audiência, pensar e focar na solução editorial e, o mais importante, ser simples.</p>
<p style="text-align: justify;">É um ponto de vista importante, que é reforçado por uma frase que ouvi em um outro evento sobre o assunto de que “quem faz o viral é o consumidor”. Para isso, claro, você precisa entende-lo, procurar números, performance em canais e se relacionar com ele a fundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o viral é um bom caminho? Sim, é, mas no Brasil, segundo Gustavo Donda da Tv1, encontramos algumas barreiras na cultura do cliente. “Muitos se deparam com o medo do impacto a marca à longo prazo e nos riscos que uma campanha viral pode gerar. Em busca deste alinhamento com os parâmetros da marca, acabamos tendo criações mais flet”, explicou. “É preciso quebrar barreiras e paradigmas nas empresas para termos um volume de bons virais no mercado”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">Caminhando na linha das perguntas. E como atrelar os virais as marcas? No debate foi unânime. Não é o melhor caminho atrelar a um viral a marca de forma clara. O consumidor geralmente resiste a compartilhar este tipo de conteúdo, não procura fazer “propaganda” de uma marca em sua rede de relacionamento. E é isso ai. Viral, sim, tem que conter atributos de uma empresa, mas de maneira que não agrida o consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira geral, acho que estas duas discussões centralizaram o debate e foram as mais relevantes. Vejo que só aqui, já teríamos uma discussão de horas nas agências. Vale pensar e, mais, vale pensar, do ponto de vista de atendimento, em como iremos levar esta cultura de quebra de paradigmas e de segurança nestas ações aos clientes. Como argumentar e como combinar o jogo de que há ganhos neste tipo de ação, mesmo que os budget de produção sejam parecidos. A ausência de compra de mídia, a proximidade com a audiência e o buzz são bons pontos!</p>
<p style="text-align: justify;">Pense nisso!</p>
<p style="text-align: justify;">Me siga no twitter.com/rodrigovmotta</p>
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		<title>Foco no negócio!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 13:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador - Rodrigo Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foco no negócio!]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.banein.com/rodrigo-motta/foco-no-negocio/foco-no-negocio/' addthis:title='Foco no negócio! '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Encerrando o dia de palestras no primeiro dia do New Brand Communication 2010, na FAAP em São Paulo, participei do debate “Novo diálogo com o consumidor”, mediado pela Bia Granja, da editora Pix, com Rob Siefker, da Zappos, Julia Gomez, da Jet Blue e Marcelo Tripolli. A discussão passeou por dois assuntos sem muita conexão<a href="http://www.banein.com/rodrigo-motta/foco-no-negocio/foco-no-negocio/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.banein.com/rodrigo-motta/foco-no-negocio/foco-no-negocio/' addthis:title='Foco no negócio! '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2800" title="Foco Banein" src="http://www.banein.com/wp-content/uploads/Foco-Banein.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">Encerrando o dia de palestras no primeiro dia do New Brand Communication 2010, na FAAP em São Paulo, participei do debate “Novo diálogo com o consumidor”, mediado pela Bia Granja, da editora Pix, com Rob Siefker, da Zappos, Julia Gomez, da Jet Blue e Marcelo Tripolli.<span id="more-2799"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A discussão passeou por dois assuntos sem muita conexão entre eles, mas rendeu um bom papo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um primeiro momento, a discussão ficou focada nos assuntos abordados nas palestras de Julia Gomez e Rob Siefker. Nos dois casos, os palestrantes falaram sobre processos de RH e o trabalho das duas empresas para recrutamento e engajamento dos funcionários com o DNA da marca.</p>
<p style="text-align: justify;">A Zappos e a JetBlue entendem que suas equipes, motivadas, treinadas e apaixonadas pelo trabalho e pela empresa, podem entregar a visão da marca em todos os pontos de contato com o consumidor. Para Rob e Julia, este é o pilar de sucesso das duas empresas em todas as suas ações, inclusive em mídias sociais. Engajar pessoas em todos os níveis, de forma ativa.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo momento, já focado no assunto de presença em mídias sociais, os participantes desmistificaram um pouco os clichês do mercado. Para todos, a participação pela participação no ambiente social é o principal foco a ser combatido.</p>
<p style="text-align: justify;">Para estar neste ambiente, com relevância, uma empresa não pode pensar em fazer “açõeszinhas” pontuais, mas sim ter uma presença relevante, galgada em transparência e respeito com seu consumidor. Estes dois pilares permeiam qualquer ação e, para os “knouts” transcende a plataforma, o canal. “Não pensamos no canal de entrega da nossa mensagem, pensamos em comunicação com nosso cliente”, Rob Siefker.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma tendência no mercado, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, é que o trabalho focado em mídias sociais, ganha relevância e precisa cada vez mais do envolvimento dos CIOs de empresas. Para um trabalho consistente neste ambiente social, é preciso investimento, posicionamento e direcionamentos claros. Foi unânime. Todos entendem o ambiente social, a relação próxima e transparente com consumidores uma agenda prioritária para as grandes empresas do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos pensar na transformação do negócio e não só na transformação do marketing, das ações, dos canais. Precisamos pensar na relação e comunicação com o consumidor como negócio. Detalhe: sem a utopia de chegar ao mundo do relacionamento e monitoramento 1to1!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><em><span style="color: #000000;">Me siga no twitter.com\rodrigovmotta</span></em></span></p>
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		<title>A mesmice do mercado de mídias sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 15:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador - Rodrigo Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Rodrigo Motta]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.banein.com/rodrigo-motta/a-mesmice-do-mercado-de-midias-sociais/a-mesmice-do-mercado-de-midias-sociais/' addthis:title='A mesmice do mercado de mídias sociais '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Estive nos últimos dias ausente do Banein e não consegui colocar nosso bate papo em dia. Está ai: infringi uma das principais leis do bom trabalho neste ambiente- a constância e presença contínua. Mas foi bom ficar este tempo sem escrever e sem respirar este assunto. Pude olhar de fora com o objetivo de ser<a href="http://www.banein.com/rodrigo-motta/a-mesmice-do-mercado-de-midias-sociais/a-mesmice-do-mercado-de-midias-sociais/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.banein.com/rodrigo-motta/a-mesmice-do-mercado-de-midias-sociais/a-mesmice-do-mercado-de-midias-sociais/' addthis:title='A mesmice do mercado de mídias sociais '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2679" href="http://www.banein.com/rodrigo-motta/a-mesmice-do-mercado-de-midias-sociais/a-mesmice-do-mercado-de-midias-sociais/attachment/mesmice-midias-sociais-banein/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2679" title="Mesmice Midias Sociais Banein" src="http://www.banein.com/wp-content/uploads/Mesmice-Midias-Sociais-Banein.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estive nos últimos dias ausente do Banein e não consegui colocar nosso bate papo em dia. Está ai: infringi uma das principais leis do bom trabalho neste ambiente- a constância e presença contínua.<span id="more-2678"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas foi bom ficar este tempo sem escrever e sem respirar este assunto. Pude olhar de fora com o objetivo de ser surpreendido por alguma novidade. Nada aconteceu. Tudo continua conforme falamos nestes últimos nove posts.</p>
<p style="text-align: justify;">Na semana do dia 20 de agosto, participei de um seminário sobre mídias sociais na ESPM (Escola de Propaganda e Marketing), em São Paulo, e pude presenciar três palestras muito boas, mas bastante distintas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira palestra do dia, Tiago Ritter da W3Haus, agência de web gaúcha, apresentou alguns cases de sua empresa, muito interessantes, com foco muito claro em consumidor final e ações com adolescentes. Durante sua explanação falou um pouco sobre o que pensa sobre Mídias Sociais e caiu um pouco na mesmice de sempre: “Monitore primeiro, depois crie relacionamento para, em seguida, criar maturidade e pensar em vender serviços”, disse Ritter. Disso todo mundo sabe, né?</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar deste clichê, gostei. Ao final, ele apresentou uma frase que para mim caiu como bálsamo e que gostaria que todos os meus clientes tivessem ouvido. Falando sobre fórmulas de criação e sucesso ele citou a dificuldade  de fazer vídeos virais. “Marcas não fazem vídeos virais. Os usuários que os consagram”. SENSACIONAL!!</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, quem falou foi Gustavo Donda, diretor executivo do Grupo TV1. Ele apresentou um pouco a visão da TV1 sobre mídias sociais, alguns cases que participei e vi de perto, como o do lançamento do Office 2010. Mas de tudo que foi falado, queria deixar para vocês aqui uma coisa simples e que me parece muito sensata. Em mídias sociais, sempre “dê o que o consumidor quer ouvir”, disse Donda exemplificando que só chegaremos a este ponto na hora que tivermos o ferramental necessário para entender nosso público. Uma marca não deve apenas entrar no ambiente social para fazer campanhas pontuais. Precisa construir relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que mais me agradou na noite, veio ao final da palestra do Gustavo Donda quando o aspecto antropológico do ambiente social digital começou a ser abordado. Genial pensar que nas mídias sociais não há diferenciação de cluster de amizades por exemplo. Você já pensou que seus amigos, por exemplo do trabalho, só são do trabalho no mundo off-line? &#8220;Nas mídias sociais você não tem cluster de amigos. Todo seu ciclo social está unido ao seu perfil&#8221;, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">E para fechar o dia e entrar mais a fundo no aspecto antropológico do papo de mídias sociais, Gil Giardelli, professor da ESPM, saiu completamente da análise do contexto do ambiente digital por suas ferramentas e ações de marketing. Ele ofereceu aos participantes do seminário um olhar sobre comportamento e sobre as conexões do que vivemos hoje com o que já havia sido pensando no passado em termos de relacionamento e comunicação de massa. Para ele, estamos na era da replicação, da socialização da informação, mas do individualismo ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como Gustavo Donda, Giardelli também questiona os modelos de mídia tradicional.”Uma marca não pode bombardear o consumidor e não pode mais pensar em cobertura total”, Giardelli. Em resumo, para ele internet é igual a 4 Cs. Conteúdo, colaboração, comunidade e comércio.</p>
<p style="text-align: justify;">Para não ser injusto ou leviano neste meu recorte do que vi no seminário, deixo aqui a apresentação na íntegra de Gil Giardelli. Recomendo uma olhada! <a href="http://www.slideshare.net/gilgiardelli/inovao-empreendedorismo-na-era-digital-com-gil-giardelli">http://www.slideshare.net/gilgiardelli/inovao-empreendedorismo-na-era-digital-com-gil-giardelli</a></p>
<p style="text-align: justify;">Vale pensar e discutir estas idéias! Pense nisto!</p>
<p style="text-align: justify;">Me siga no twitter/rodrigovmotta</p>
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		<title>Os excessos nas mídias sociais!</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador - Rodrigo Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Os excessos nas mídias sociais!]]></category>
		<category><![CDATA[campanha política]]></category>
		<category><![CDATA[excesso]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.banein.com/rodrigo-motta/os-excessos-nas-midias-sociais/os-excessos-nas-midias-sociais/' addthis:title='Os excessos nas mídias sociais! '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Aprendi com os mais velhos que os extremos e os excessos nunca são bons. Isso é uma verdade também quando levamos este aprendizado para as mídias sociais. Nada que é excessivo, grudento, onipresente faz bem. Pensei neste assunto esta semana ao ser açoitado pelo candidato à presidência, José Serra, no meu Twitter. Ao rolar minha<a href="http://www.banein.com/rodrigo-motta/os-excessos-nas-midias-sociais/os-excessos-nas-midias-sociais/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.banein.com/rodrigo-motta/os-excessos-nas-midias-sociais/os-excessos-nas-midias-sociais/' addthis:title='Os excessos nas mídias sociais! '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2576" href="http://www.banein.com/rodrigo-motta/os-excessos-nas-midias-sociais/os-excessos-nas-midias-sociais/attachment/excesso-midias-sociais-banein/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2576" title="Excesso Midias Sociais Banein" src="http://www.banein.com/wp-content/uploads/Excesso-Midias-Sociais-Banein.jpg" alt="" width="300" height="425" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Aprendi com os mais velhos que os extremos e os excessos nunca são bons. Isso é uma verdade também quando levamos este aprendizado para as mídias sociais. Nada que é excessivo, grudento, onipresente faz bem.<span id="more-2575"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pensei neste assunto esta semana ao ser açoitado pelo candidato à presidência, José Serra, no meu Twitter. Ao rolar minha página no celular, me deparei com ao menos 10 posts da equipe do candidato, re-tweetando ou respondendo pessoas que interagiram com ele. Detalhe: isso no prazo de 1 hora. Péssimo. Independentemente do meu voto, achei isso uma afronta ao bom senso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo escolhendo e querendo seguir alguém, você cria a expectativa de receber coisas legais, recomendações, sugestões, comentários e pílulas de pensamentos construtivos e não visualizar o “Messenger” desta pessoa, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Para usar as ferramentas de comunicação social é preciso ser relevante e é preciso utilizar as ferramentas com sabedoria, pensando no usuário que o lê. Principalmente quando você é empresa, candidato e etc. As pessoas te seguem, mas não querem ser bombardeadas, coagidas ou “estupradas” (desculpem o linguajar) pelas suas informações, promoções, agenda de campanha e etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez volto a pensamentos de alguns profissionais com quem trabalhei e trabalho até hoje. Sempre que fazemos algum planejamento de campanha ou de ativação recomendamos ao cliente que use o canal com inteligência, com no mínimo dois posts diários, mas com o máximo não muito longe disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso você cria uma rotina no seu usuário, que sabe que lerá sempre aquela quantidade X de informações e que sempre serão as X melhores coisas do dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter o opt-in do usuário, ele não espera ser massacrado por informações dentro da “sua casa”. Pense, planeje, avalie melhores horários de postagem conforme interação, mas JAMAIS, saia soltando coisas aleatoriamente e sem fim nos seus perfis.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao escrever e pensar sobre este tema, fiquei imaginando alguns dos meus seguidores no dia dos jogos da Copa do Mundo em que o Brasil foi eliminado pela Holanda e, principalmente, no jogo Argentina e Alemanha. Atazanei a vida de quem me segue verbalizando minha indignação com o Brasil e minha surpresa/satisfação/consolo com a Argentina. Será que as pessoas curtiram? Será que me excedi? Será que fui relevante? Será que meus comentários, apesar de inúteis, impactaram alguém?</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do meu exemplo não poder se comparar ao de ações de empresas, acho que as perguntas, quando você estiver em planejamento para suas ações, serão as mesmas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pense nisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Me siga no <a href="http://twitter.com/rodrigovmotta" target="_blank"><span style="color: #000080;">twitter.com/rodrigovmotta</span></a></p>
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